Deslizantes com Conjuntos Deslizantes com Conjuntos
SISTEMA TRADICIONAL DE FORMAS DESLIZANTES

APLICAÇÃO

  • USINAS HIDRELÉTRICAS
  • PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS
  • ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS
  • ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA
  • SILOS DE CIMENTO - SILOS GRANELEIROS
  • RESERVATÓRIOS DE ÁGUA
  • POÇOS DE ESCADA E OU ELEVADOR
  • PILARES DE PONTES E VIADUTOS

FORNECEMOS

  • FABRICAÇÃO PRÓPRIA DAS FORMAS METÁLICAS OU DE MADEIRA DE ACORDO COM O PROJETO
  • ESCADAS METÁLICAS
  • MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA

FORMAS DESLIZANTES COM CONJUNTOS

Sistema de formas desenvolvido na Europa no início dos 1900.

Consiste num processo de concretagem continua.

Utiliza normalmente uma forma entre 1,00 e 1,20 metros de altura.

A forma interna e a forma externa são vinculadas por um pórtico metálico denominado “conjunto”.

  1. Cavalete, ou montante vertical, e a peça base do “conjunto”
  2. Mão francesa, da plataforma superior.
  3. Andaime de pedreiro, da plataforma inferior.
  4. Mesadas, vigas horizontais, que vinculam os cavaletes a ap. 70 cm da borda superior da forma.
  5. Macaco hidráulico, instalados no centro das mesadas para evitar esforços horizontais.
  6. Barra de reação ou barrao, que por reação contra a base da estrutura elevara a forma deslizante.
  7. Tubo de camisa, que evita que o concreto entre em contato com o barrão, tornando este recuperável.

Após o primeiro enchimento das formas os macacos são acionados, elevando assim as formas entre 4 a 5 cm por ciclo até completar 25 a 30 cm de elevação.

A cada ciclo de 25 30 cm de elevação são realizados de forma simultânea os trabalhos de:

  1. Instalação das armaduras horizontais e verticais.
  2. Nivelamento horizontal das formas.
  3. Lançamento do concreto, em camadas de 25 a 30 cm em todo o perímetro da estrutura.
  4. Acabamento da superfície inferior e correção de eventuais defeitos da concretagem.
  5. Instalação de embutidos, caso necessário.
  6. Controle da verticalidade.

Estes ciclos de 25 a 30 cm, se repetem ate completar a altura a ser deslizada.

Cuidados e Limitações

Simultaneidade de todos os trabalhos, aplicação das armaduras, lançamento do concreto e acabado da superfície em camadas uniformes, em toda o perímetro da estrutura.

Limita a colocação das armaduras horizontais a 60 70 cm de altura, em postura muito difícil para os armadores.

A velocidade da elevação da forma deverá ser 20 a 25 cm por hora, para permitir as correções necessárias a verticalidade da estrutura por meio dos macacos.

Baixas velocidades de deslizamento podem provocar a “colagem” do tubo de camisa, gerando desequilíbrios e em consequência deformações.

Formas de contorno “fechado”, formas de perímetro “aberto” originam esforços horizontais muito difíceis de equilibrar.

Não permite a elevação independente da forma interna da externa.

Requer mão de obra com muita experiencia para controle da verticalidade da estrutura.

Aplicações mais usuais
  • Normalmente obras de média a grande altura;
  • Silos unicelulares e multicelulares;
  • Pilares redondos, retangulares retos e ou tronco cônicos;
  • Chaminés, cilíndricas e ou tronco cônicas;
  • Caixas de água elevadas.